Patos realiza protestos contra cortes na educação pública

A cidade de Patos, no Sertão da Paraíba também protestou nessa quarta-feira (15) contra cortes no orçamento das Instituições Federais de Ensino e universidades e Reforma da Previdência. Uma série de atos públicos foi realizada em oito cidades do estado.

A atividade integra o dia de movimento nacional em favor da educação, convocado por entidades representativas do setor em todo o país.

Em Patos, o ato teve início na Praça Edvaldo Motta e percorreu algumas ruas do centro, com parada em frente a Prefeitura e ao lado do Mercado Público.

Com discursos em carros de som, lideranças dos diversos movimentos sociais, políticos e sindicais que integraram o ato falaram sobre o corte na educação e a reforma da previdência.

Para o ex-prefeito de Patos, Lenildo Morais, o movimento representa um pedido de mais recursos para as Universidades Públicas, instituições e a educação que vivem um caos.

O professor da UFCG, Campos Patos, Jair Moisés disse que o ato é uma resposta das universidades. “O que eles chamam de contingenciamento de verbas é na realidade “uma retaliação ideológica contra os professores”.

A estudante do curso de Ciências Biológicas da UFCG, Maria Luíza disse que os cortes das universidades prejudicará não só a UFCG, mas todas as Universidades de todo o país.

Já a estudante Letícia Queiróz, do curso de Eletrotécnica do Instituto Federal da Paraíba, Campos Patos declarou ser absurdo. “Se o Governo Federal vier cortar verbas ou extinguir o IFPB, que abriga alunos de mais de 30 cidades da região, os alunos serão prejudicados”.

Em concordância com o chamamento nacional, o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP) convocou os funcionários da Prefeitura Municipal de para uma paralisação.

A presidente do sindicato, Carminha Soares também se posicionou contra a Reforma da Previdência e os cortes de verbas da educação.


Diário do.sertao

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