Câmara reprova projeto que parcelava débito do IPSAL em mais de 16 anos vereador explica como funciona




 O vereador Rodrigo Morais fez um vídeo explicando como funciona o parcelamento de dívidas e garante a tranquilidade e a seguridade dos aposentados pela a prefeitura de Santa Luzia

A Câmara Municipal de Santa Luzia reprovou na sessão extraordinária de ontem(21), o projeto de lei 074/2018 que o Prefeito enviou ao plenário,  solicitando o parcelamento da alíquota complementar do IPSAL em 200 parcelas, para o entendimento da maioria dos vereadores que votaram contra ao projeto, o prefeito estaria repassando a dívida para outras gestões futuras, como também, para os próprios servidores, comprometendo a vida útil do Instituto. 

Em 2017, a Câmara Municipal de Santa Luzia aprovou um parcelamento do mesmo Instituto de previdência, o IPSAL, e  mesmo assim, o repasse não foi cumprido como manda a lei, os vereadores Neto da Barra e Rodrigo Morais mostraram algumas irregularidades como a falta de um plano de amortização de dívida, segundo auditoria feita no próprio Instituto pelo o Tribunal de Contas do TCE- PB. 
Os vereadores  apontaram a solução para o caso, onde  o prefeito terá  que se adequar e fazer alguns reajustes administrativos, possivelmente cortes orçamentários para garantir o repasse mensalmente ao Instituto. 

 O vereador Petrônio Rocha, membro da comissão do IPSAL, disse que o dinheiro dos aposentados é garantido todo o mês e que o repasse é pra ser feito automaticamente para as contas do Instituto, durante a sessão, houve muitas discussões sobre o assunto, e o projeto foi reprovado com seis votos contra e quatro a favor. 

A Dívida ultrapassa os mais de quinhentos e cinquenta mil reais, 
votaram pela a aprovação os vereadores: Netto Lima, Hominho, Thiago e Félix Júnior, votaram  contra ao projeto os vereadores: Neto da Barra, Rodrigo Morais, Milton Lino, Baita Alves, Petrônio Rocha e Daniel. 

 Ao saber do resultado, o deputado Federal Efraim Filho se pronunciou  em uma rede social a favor dos aposentados, ele disse que a reprovação do projeto tira a responsabilidade dos servidores pagar um  rombo das contas, e que o repasse é obrigação da gestão.



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