Alguns servidores da Agência dos Correios e Telégrafos da cidade de Patos aderiram ao movimento de paralisação em escala nacional nesta quinta-feira (27/04), mas a agência permanece atendendo à população normalmente.

De acordo com o comando de greve da cidade, funcionários que não aderiram à paralisação estão temendo represálias e por isso resolveram continuar normalmente com suas atividades internas.

Para o sindicalista Carlos Viana, 40 anos, é questão de tempo os demais servidores aderirem à greve nacional e paralisarem parcialmente as atividades dos Correios na cidade de Patos. “Esse motivo se dá porque os trabalhadores alegam as retaliações impostas pela direção da empresa”, argumentou.

Viana disse que todas as agências que compreendem o território paraibano aderiram ao movimento sem nenhum problema e estão parcialmente paralisadas. Não há execução de serviços internos ou externos nesses locais.
 

Carlos Viana disse que o objetivo da greve é garantir o direito histórico retirado dos trabalhadores por parte do governo e punição severa contra o assédio moral patrocinado pela diretoria de algumas algumas empresas. 



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