PONTO MAIS ORIENTAL DAS AMÉRICAS AMEAÇADO PELA EROSÃO

O ponto mais oriental das Américas em João Pessoa corre o risco de desaparecer. Na manhã desta quinta-feira (19) mais uma parte da barreira do Cabo Branco desabou, aumentando o perigo para turistas e ciclistas que frequentam um dos mais importantes pontos turísticos da Capital. A falta de vegetação na falésia está contribuindo com a destruição.


O secretário do Meio Ambiente da Capital, Abelardo Jurema Neto, disse ao Correio Online que providências para conter a erosão estão sendo tomadas com projetos que serão executados pela prefeitura. “Estamos tentando projetar uma mancha vegetativa para evitar a erosão. Para isso, precisamos contar com a ajuda do governo do estado e órgãos federal”, disse o secretário, não revelando os futuros projetos de prevenção da barreira.

Em março do ano passado, o prefeito Luciano Cartaxo, por meio de uma coletiva com a imprensa, apresentou um projeto de engenharia para a proteção do sopé da falésia, drenagem pluvial e pavimentação de vias. Seriam construídos oito quebra-mares paralelos à costa. No projeto seriam investidos cerca de R$ 12 milhões, até o momento, a falésia só encolhe.

Mesmo assim, o governo municipal tenta amenizar a força do mar. O secretário Abelardo Jurema Neto chegou a chamar de crônico o problema com a barreira do Cabo Branco. “Já é um problema crônico, não só na barreira do Cabo Branco, mas também o mesmo está acontecendo em coqueirinho”, comentou.

A área no entorno da Estação Ciência, Cultura e Artes e o terceiro mais visitado pelos turistas, conforme pesquisa da Federação do Comércio da Paraíba (54,61% das indicações). Em quarto lugar aparece o Farol do Cabo Branco (44,82%).

Correio da Paraíba

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