Estudantes da UFPB justificam ocupação e dizem que reitora não dialoga



O movimento de estudantes da UFPB que protestam contra a precariedade do sistema de assistência estudantil na universidade, e do qual quatro jovens estão há sete dias em greve de  fome, respondeu às acusações feitas pela reitora Margareth Diniz de que ela teria sido coagida e impedida de sair das dependências do prédio da reitoria e de que seus auxiliares teriam sido agredidos por eles.

De acordo com Terezinha, universitária, não houve qualquer tentativa de impedir que a reitora deixasse o prédio da reitoria e a situação de acirramento foi provocada pela intransigência de Margareth e o total desrespeito com os estudantes, pois ela teria abandonado uma reunião agendada com o movimento pouco depois do seu início.
“Houve um  desrespeito muito grande por parte dela (Margareth)”,  afirmou Terezinha. “Ela simplesmente se retirou de uma reunião que a gente tinha marcado e que tinha sido, inclusive, negociada pelas vias dos procuradores do Ministério Público e da Defensoria. 

Acordamos essa reunião com Margareth às 15hs, reunião esta que só veio acontecer às 17hs, ou seja, com duas horas de atraso. Os procuradores chegaram um pouco antes dela e fizeram um repasse de um encontro com ela. Obviamente que não nos atendeu porque era um repasse dela para terceiros e esses terceiros vieram intermediar esse diálogo sem ela aqui”, explicou ela.
paraiba já 

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